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O detective virtual


A jornalista Rose Leonel já tinha dois filhos, fruto de casamentos anteriores, quando se apaixonou por um empresário da cidade brasileira de Maringá. A relação até corria bem, mas o namorado tinha o estranho hábito de lhe pedir para fotografar ou filmar os momentos íntimos do casal. Com o passar do tempo ele tornou-se mais controlador e autoritário. Quando Rose ameaçou terminar a relação, o namorado ameaçou colocar todas aquelas fotos na internet. Quando a separação se consumou, ele cumpriu a promessa. No ciberespaço, Rose Leonel era comparada a uma vulgar prostituta que, além das fotos intimas, divulgava o seu número de telefone e o e-mail para encontros sexuais. Nos dias seguintes, o seu telemóvel e o e-mail foram bombardeados com mensagens indecorosas. À medida que as imagens chegavam a cada vez mais pessoas, Rose Leonel acabou por ser despedida do emprego, difamada em toda a cidade, perdeu vários amigos e os seus filhos tiveram de trocar de escola várias vezes (um deles abandonou o país).

WANDERSON: “Só durmo três horas por noite e estou cerca de 15 a 18 horas por dia  na internet. Já resolvi cerca de 500 crimes electrónicos”
Foi uma Rose Leonel desesperada que resolveu contar o seu caso dramático num programa de televisão brasileiro de grande audiência. Nessa altura entrou em cena Wanderson Castilho, um especialista em crimes cibernéticos. Aos 41 anos, Wanderson é director da E-Net Security Solutions e o autor do livro Manual do Detetive Virtual (lançado em 2009 e baseado em casos reais). Licenciado em Física, pela Universidade Federal do Paraná, com especialização em Análise Forense Digital, Castilho fez vários cursos de formação nos Estados Unidos (alguns dos quais frequentados por agentes da CIA e do FBI), país onde ele já é certificado como perito em análises de comportamento (behaviour analyst). Wanderson diz com orgulho que já desvendou mais de 500 crimes na internet relacionados com o uso inadequado de imagens, o roubo de palavras-passe ou até casos mais graves de pedofilia e sequestro. “Até agora resolvi-os todos”, afirma com orgulho.

O que se coloca na rede torna-se eterno

O caso de Rose Leonel foi o mais mediatizado (surgiu em vários artigos na imprensa). O perito aceitou ajudá-la gratuitamente desde que a jornalista concordasse em tornar o seu caso público (por regra o autor não divulga os nomes das vítimas). O detective começou com uma pesquisa no Google onde foram identificados 6 milhões de resultados. Seguiram e-mails para os responsáveis de sites e blogues onde constavam as fotos. Um deles, na Alemanha, concordou em fornecer o IP do autor. Já em posse de uma autorização do tribunal, Wanderson descobriu que a colocação das imagens tinha ocorrido num centro comercial. O passou seguinte foi analisar a lista das 150 máquinas que tinham usado a rede naquela altura. Através de uma nova ordem judicial, foi possível apreender o computador do ex-namorado de Rose Leonel e confirmar a autoria do crime.

O processo ainda decorre nos tribunais. O criminoso arrisca-se a cumprir uma pena que vai desde a simples prestação de serviços comunitários até aos cinco anos de prisão (dado o carácter excepcional dos danos causados à vitima). Wanderson lamenta que a mão do tribunal não seja mais pesada. “Apesar de no Brasil sucederem cerca de 100 casos por dia, ainda não há uma lei específica para o crime electrónico. Logo aplica-se o mesmo regime da difamação comum cujas penas se limitam de seis meses a um ano de prisão e podem ser trocadas por acções comunitárias.”

 

É mais fácil descobrir criminosos no mundo virtual do que no físico. Tudo o que é feito deixa um registo

Uma clara injustiça, segundo Wanderson. “A internet ampliou o impacto das notícias. As pessoas podem ficar famosas ou serem difamadas numa questão de minutos. Um caso de difamação verbal pode chegar ao conhecimento de, no máximo, 50 pessoas. Através do mundo virtual, pode atingir 1 milhão.” Ele acrescenta um segundo problema “tudo o que é colocado na internet torna-se eterno”. Basta dizer que apesar de os inúmeros e-mails já enviados, ainda existem cerca de 700 mil páginas com fotos de Rose Daniel que não conseguiu apagar. “Infelizmente os filhos e os netos da jornalista ainda poderão ver as suas fotos na rede. Isso é algo irreparável.” O perito aconselha, por isso, muito cuidado na disponibilização de fotos, inclusivamente nos sites de relacionamentos. “Tive uma cliente que também foi surpreendida com fotos suas na internet, em que estava nua. O autor do crime foi um antigo namorado que manipulou as suas fotos com recurso ao Photoshop (um conhecido  software de manipulação de imagens)”. 

Segundo Wanderson a difamação é o crime mais em voga na internet neste momento. Acontece, quase sempre, devido a razões passionais. Tais crimes estão infelizmente a crescer entre os jovens. Recentemente uma adolescente suicidou-se quando viu o que foi colocado sobre si na internet. Outro caso tristemente célebre é o de uma jovem que foi fotografada numa festa a consumir drogas e um colega mais velho obrigou-a a ter relações sexuais com ele, usando a chantagem de enviar as fotos aos familiares. “Os pais acreditam que os filhos estão mais seguros quando estão trancados no quarto a usar o computador. Mas hoje a maior parte dos crimes ocorrem no ciberespaço. É preciso estar vigilante”, diz.

Crimes de difamação estão a crescer

 

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O livro Manual do Detective Virtual narra outros casos ocorridos no mundo das empresas tais como desfalques financeiros, traições entre sócios ou a passagem de informação confidencial para a concorrência. O especialista aconselha as empresas a definir uma política de segurança rigorosa e a investir em softwares de protecção de redes e de monitorização de e-mails. “Pode criar-se palavras-passe de alerta, como o nome de uma empresa rival, por exemplo, para prevenir fugas de informação”, refere.

O crime de difamação também está em alta nas empresas. A maior parte foi cometida por antigos empregados que desejam vingar-se. “Muitas vezes os criminosos são os próprios responsáveis de informática”, diz Wanderson. Durante a palestra dirigida a jornalistas que ministrou em Talatona (na sede da agência Tudo em Pauta, que se propõe realizar mais conferências deste tipo com o periodicidade semanal) Wanderson apresentou mais casos tais como o da Dafra Motos. A fabricante brasileira gastou uma fortuna num vídeo publicitário, que depois surgiu na internet com uma nova voz off insultuosa para a marca. A versão satírica desse anúncio bateu recordes de visualização no YouTube e deu origem a uma quebra de vendas significativa. “Ainda hoje quando as pessoas vêem os novos anúncios da Dafra Motors não conseguem deixar de sorrir”, diz.

Aliás o especialista veio a Angola precisamente para investigar um crime deste tipo que atingiu uma empresa brasileira do sector imobiliário e cujos responsáveis estavam a ser alvo de e-mails difamatórios. “A minha investigação apurou que afinal a origem das mensagens era um servidor com origem no Brasil e não em Angola. O responsável já foi identificado”, esclarece.

A boa notícia, quando se fala em crimes cibernéticos, é que os culpados acabam por ser apanhados. “A sensação de impunidade e de anonimato é falsa. É mais fácil descobrir criminosos no mundo virtual do que no físico”, assegura o “detective”.

Wanderson explica porquê. “Numa cena de homicídio o autor pode apagar as evidências ou limpar as impressões digitais. Quando dois computadores se conectam eles identificam-se automaticamente fazendo com que o rastreamento seja mais fácil. Todos os e-mails vêm com um cabeçalho onde se pode ler o caminho por onde a mensagem passou até chegar à sua caixa de correio. Também as conversas que são trocadas quando se usa uma rede ficam guardadas nela. Tudo o que é feito deixa um registo. É como se pudéssemos ler a imagem que foi gravada na mente da vítima, minutos antes da morte”, diz. Logo, o trabalho de Wanderson não é muito diferente daquele que é feito pelos detectives tradicionais. “A diferença é que eu me especializei na detecção de crimes na internet.”

Leitura de expressões faciais

Não existem ainda muitos detectives virtuais com o perfil de Wanderson Castilho. Ele descobriu a vocação enquanto estudava Física na Universidade do Paraná. “Durmo poucas horas por noite, em geral não mais de três, e sempre fui um autodidacta dos computadores. Eu tinha tempo livre e percebi que conseguia entrar facilmente nos servidores da faculdade. Resolvi usar essas técnicas de espionagem para fazer algo positivo. Acho que tenho capacidade para pensar como um criminoso e perceber o que eles vão fazer a seguir”, confessa. Desde então apostou a sério na formação. “Vou aos Estados Unidos seis a oito vezes por ano fazer cursos específicos.”

Uma das técnicas que está na moda é o reconhecimento facial, metodologia que se tornou popular com o sucesso da série de televisão Lie to Me. No pequeno ecrã, os investigadores conseguem perceber se os criminosos estão a mentir devido ao estudo dos seus sinais faciais e corporais. Segundo rezam as teorias desenvolvidas pelo psicólogo americano Paul Ekman e que inspiraram a criação do cínico personagem Cal Lightman (Tim Roth) as emoções e as mentiras manifestam-se através de pequenos gestos, posturas corporais e expressões faciais quase incontroláveis.

A verdade é que tais técnicas funcionam na vida real e são usadas por agência como o FBI e a CIA. “A série Lie to Me está muito bem feita e é baseada em factos reais. O mais importante é reconhecer as alterações no padrão facial. Se alguém pisca muito os olhos quando fala verdade e, de repente, pára de piscar, isso pode ser um sinal que está a mentir. A eficácia destas técnicas é superior à do polígrafo, por exemplo”. O especialista representa no Brasil, o software Face Reading, fabricado pela Noldus, que tem sido usado, por exemplo, para evitar que os candidatos mintam nas entrevistas de recrutamento.

Claro que para ter sucesso na profissão é preciso passar muitas horas na rede. “Estou cerca de 15 a 18 horas por dia na internet”, confessa. No que diz respeito a Angola o “detective” ficou impressionado com o dinamismo do país. As estatísticas mundiais dizem que Angola tem apenas 607 mil utilizadores de internet (alguns jornalistas presentes na sala afiançaram que deverão ser bastante mais), mas para Wanderson o importante é o ritmo elevado de crescimento. “Os números de utilização duplicaram face ao ano passado. Angola deve ser um dos países do mundo com maior taxa de crescimento. Logo é necessário apostar mais na segurança”, recomenda.

Primeiro caso resolvido em Angola

 

Com a internet as pessoas podem ficar famosas, ou serem difamadas, numa questão de minutos

Nos contactos que manteve com responsáveis políticos ficou com a ideia de que Angola está atenta ao problema e a estudar a publicação de legislação específica para o crime cibernético. “Isso é algo muito importante. Angola pode evitar cometer os erros de outros países que não se prepararam devidamente. Por exemplo, um dos problemas no Brasil era que muitos crimes ocorriam através dos cibercafés. Hoje, já é obrigatório que as pessoas se registem antes de utilizar essas salas. Os centros comerciais também são obrigados a ter câmaras de vídeo para monitorizar quem está a usar as redes sem fios.” 

Por isso, em certo sentido, hoje, o trabalho de Wanderson é mais fácil. Mas, por outro lado, com a crescente sofisticação do cibercrime e o ciberterrorismo é mais complicado apanhar criminosos. Basta ver o exemplo de Julian Assange, o mentor do WikiLeaks, que colocou os segredos mais bem guardados dos Estados Unidos à solta no ciberespaço. Questionado se o considerava um herói ou um vilão, Wanderson hesitou na resposta. “Nunca ninguém me tinha perguntado isso. Por um lado, acho que Assange é um herói dado que luta pela verdade. Mas, por outro, ele também é um vilão porque colocou em causa a segurança mundial.”

À medida que a internet cresce os dilemas éticos vão aumentando na mesma proporção. No passado, discutia-se se as empresas tinham o direito de espiar os e-mails dos empregados ou monitorizar os sites que viam, dado que isso era uma violação da privacidade. Hoje, as novas vítimas são as próprias empresas que vêem a sua reputação ser atacada por trabalhadores descontentes ou consumidores insatisfeitos. Talvez, por isso, Wanderson confessa que já fez um curso de “hacker (pirata informático) ético”. Ele saiu de Angola extenuado (a palestra e as entrevistas terminaram já depois da meia-noite), mas feliz. Pôde juntar mais uma história à sua longa lista de casos resolvidos.
 

Como se proteger do cibercrime

 

Cal Lightman (Tim Roth) NA SÉRIE LIE TO ME: As técnicas 
de leitura facial também são usadas por Wanderson

 Particulares

1    Evite registar momentos íntimos. Haverá sempre o risco dessas imagens irem parar 
a mãos erradas.
2    Faça periodicamente buscas ao seu nome no Google (Google Alert) e redes sociais.
3    Cuidado com os encontros com pessoas que conheceu na internet. Não vá sozinho.
4    Mantenha a firewall e os softwares 
de antivírus sempre actualizados.
5    Crie palavras-passe para proteger os seus arquivos, pen drives (mais fáceis de perder) e documentos mais importantes. Há programas (keylogger) que registam todas as acções realizadas no seu computador.
6    Evite disponibilizar detalhes sobre a sua vida pessoal na internet. As fotos lá colocadas podem ser modificadas e usadas contra si.
7    Jamais abra arquivos que terminem com: Pif, Scr, Bat, Vbs e, sobretudo, Exe e Com.
8    Nunca crie uma rede wireless sem protecção e mude periodicamente a palavra-passe. Ao configurar escolha a WPA2 como opção de criptografia (é considerada a mais segura para as redes sem fios).
9    Cuidado com os acessos às redes wireless em aeroportos, cibercafés e hotéis.
10    Se for vítima de um crime, contrate peritos (técnicos e advogados) em meios digitais.

        Empresas

1    Defina uma política de segurança que estabeleça qual o tipo de informações  consideradas sigilosas e que penas serão aplicáveis em caso de quebra 
de confidencialidade.
2    Crie firewalls e software antivírus e adquira programas de monitorização dos e-mails e bloqueio de sites.
3    Destrua (não se limite a apagar) todos os CD, DVD e discos que já não precisa.
4    Em caso de suspeita, reaja com base em factos, não em suposições.
5    Não se esqueça de que a produção 
de provas deve usar meios lícitos.

 

 

 

Por: Jaime Fidalgo

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Media social activam zona do amor no cérebro


O criador do termo “neuroeconomia”, que se aplica ao estudo do cérebro humano na economia, Paul Zak, revelou numa entrevista que o facto de estar numa rede social provoca a segregação da hormona “do amor”, ou ocitoxina, responsável por sentimentos de generosidade. A Fast Company deu-lhe destaque em Social Networking Affects Brains Like Falling in Love.

O estudo, que envolve voluntários colocados em máquinas de TAC com o seu computador, para poderem relacionar-se no seu site social favorito durante o exame, veio acrescentar-se a nove anos de análise de influência da ocitoxina, “lubrificante económico” e “cola social” que promove o espírito de família – é também a hormona responsável pela amamentação. É uma boa pista para perceber porque as pessoas com amigos vivem mais tempo e adoecem menos, e porque somos animais sociais na vida real e online.

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Ashton Kutcher: privacidade é nova celebridade


Numa entrevista recente à Fast Company, “If Privacy is the New Celebrity”, o mau rapaz do momento, Ashton Kutcher, CEO da Katalyst, explica que a privacidade é mais valiosa do que a celebridade. Na internet todos são famosos e isso traz desvantagens, como o assédio online, mas não ajuda quando é preciso ter o melhor lugar num restaurante – porque os empregados não nos reconhecem como celebridade que somos nos meios sociais. E, no entanto, muitos preferem, sobretudo na geração Y, comunicar por facebook ou outros sites públicos – assim todos vêem as fotos das férias.

A Fast Company retratou também Ashton Kutcher como o “New Media Mogul“. Kutcher fala da sua estratégia de convergência entre Hollywood, tecnologia e Madison Avenue (publicidade). Katalyst é um Web video serial.

A Exame Angola publicou um artigo sobre os 3,9 milhões de pessoas que seguem Kutcher no Twitter (@plusk) – “Sigam o Ashton” – e 3,3 milhões no Facebook. Esses números trazem anunciantes para a Katalyst. Uma lição para as empresas convergentes do futuro?

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Facebook: Zuckerberg nervoso sobre a questão da privacidade


O fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, falou a custo durante o D8, respondendo a perguntas com dificuldades sobre a privacidade no seu site social. Veja aqui o vídeo da entrevista.

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Conferência f8 revela novidades no Facebook


O CEO do Facebook, Marck Zuckerberg, e o seu novo colega, da recém adquirida Friendfeed, Bret Taylor, revelaram na Conferência de Desenvolvimento F8 novas funcionalidades do Facebook.
- O Facebook Connect vai desaparecer. Haverá uma autorização com um clique, por isso depois de entrar no Facebook não é preciso voltar a fazer log-in.
- Open Graph. O número de sites que usam o Facebook e os dados ali guardados está a crescer. Depois de entrar no Facebook, se for ao Pandora, poderá ver e ouvir o que os seus amigos estão a fazer e ver recomendações. Se gostar de uma música ali, vai aparecer na sua pasta de favoritos da música no perfil do Facebook.
Há pelo menos 30 parceiros previstos.
- Plug-ins mais fáceis: vamos começar a ver a integração com o Facebook em todo o lado. Pode ir à CNN, “gostar” de uma história e ela ficará na sua página.

- Barra social. O Facebook terá uma barra flutuante para que possa aceder ao chat e actualização de amigos. O Digg já o fez no passado, e retirou, devido a protestos.

- Créditos Facebook, a nova moeda. Tudo será comprada com esta moeda, embora isso implique conversões constantes.

- Localização ainda não. O Facebook não terá ainda localização do utilizador, como o Twitter.

Veja a seguir alguns vídeos sobre a conferência do ano passado.

As missões do Facebook

E um vídeo sobre o futuro do Facebook, retirado do World Economic Forum

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Facebook pode ser obsessivo?


Enviaram-me este artigo interessante: “Facebook: Os sintomas da privação são semelhantes aos de uma ressaca de nicotina, álcool ou comprimidos”.

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Haiti e Media Social


Excelente comentário do especialista José Vargas do Huffington Post: Haiti Rebuilds – The Birth of Global Citizen 1.0


Aqui se explica como o progresso tecnológico nos permite sermos testemunhas uns dos outros. Pessoas bloqueadas nos escombros enviaram SMS. Ao fim de 24 horas, havia 4150 vídeos no YouTube sobre o terramoto. Hoje são 16.900. Um artigo no Wikipedia foi criado segundos depois do sismo.

Para ajudar as vítimas com doações através da Web, veja este artigo da Mashable.

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