Entrar nos sonhos… porque não. A revista Wired fez um artigo interessante sobre o filme Inception, a Origem, do ponto de vista neurocientífico, The Neuroscience of Inception. NÃO LEIA O ARTIGO DA WIRED SE NÃO VIU O FILME – poderia influenciar a sua interpretação.
O autor fala da ambiguidade do filme – o que nos captiva como espectadores. Ver um filme activa as mesmas zonas do cérebro do que sonhar – estamos pouco conscientes de nós próprios e imersos no filme.
“Graças à actividade adormecida dos lóbulos frontais e a cortex visual estimulado, fenómeno usual quando assistimos a um filme no cinema, estamos nas nossas cadeiras a mastigar pipocas e confundimos o falso com o real. Não questionamos os pressupostos nem personagens vazias, como as crianças que não envelhecem. Ficamos a ver o filme, perdidos no tempo. É como se fossemos manipulados pelo próprio Dom Cobb (actor principal), enquanto viaja no nosso cérebro para plantar uma ideia. Mas este Dom Cobb, não precisa de nenhum sedativo especial – apenas do grande ecrã”.
Veja o trailer do filme Inception.


